Revista Nutrição e Saúde – O valor do zinco na saúde humana

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Neste artigo vamos falar de sobre o conteúdo da Revista Nutrição e Saúde com o tema, O valor do zinco na saúde humana

As atuais descobertas experimentais e clínicas reforçaram o valor do zinco na saúde humana.

O zinco permite inúmeras funcionalidades bioquímicas, pois é um elemento de várias enzimas, incluindo álcool desidrogenase, superóxido dismutase, anidrase carbônica, fosfatase alcalina e enzimas do sistema nervoso central.

Está envolvido na separação celular, expressão gênica, processos fisiológicos como crescimento e desenvolvimento, transcrição gênica, morte celular, atua como estabilizador de construções de membranas e elementos celulares, e está envolvido na função imunológica e no desenvolvimento cognitivo.

Sua deficiência pode causar alterações fisiológicas como hipogonadismo, comprometimento oxidativo, alterações no sistema imunológico, hipogeusia, comprometimento neuropsicológico e dermatites.

Assim, graças às diversas pesquisas sobre este mineral, esta análise visou mostrar os pontos recentes da essencialidade do zinco na nutrição humana.

 

Revista Nutrição e Saúde

 

Como elemento estrutural e/ou útil de alguns metalloenzimas e metaloproteínas, o zinco participa de muitas atitudes do metabolismo celular, incluindo processos fisiológicos, tais como funcionalidade imunológica, custódia antioxidante, crescimento e desenvolvimento1.

O entendimento das funcionalidades do zinco no metabolismo começou em 1869 com a Raulina, que encontrou sua essencialidade para o Aspergillus niger.

Quarenta anos mais tarde, Mazé explicou as desvantagens do cultivo de milho devido à falta de zinco.

Todd, Evehjem e Hart, em 1934, descobriram sua essencialidade para os ratos, e então, em 1955, Tucker e Salmon descobriram as desvantagens da derme em humanos derivadas da falta de zinco. Em 1960, a O’Dell identificou que este mineral era importante para os meninos.

Posteriormente, vários estudos demonstraram que a deficiência de zinco é revertida com a suplementação.

Base Bioquímica

O zinco (Zn) difere de outros metais de transição por ter uma casca de elétron “d” completa e, portanto, não participa de atitudes redox, mas age como um ácido Lewis para admitir dois elétrons, tornando-o um íon estável.

O zinco ocorre naturalmente em 5 isótopos estáveis: 64Zn, 66Zn, 67Zn, 68Zn e 70Zn. Ela forma principalmente complexos com aminoácidos, peptídeos e nucleotídeos e tem afinidade com as equipes de tiol e hidrogênio3.

Sugestões e fontes nutricionais

A recomendação deste nutriente para a população sadia, foi modificada recentemente para 8mg/dia para mulheres e 11mg/dia para homens4.

Os alimentos diferem no seu conteúdo de Zn, variando de 0,002mg/100g de clara de ovo, 1mg/100g de frango até 75mg/100g de ostras. Mariscos, ostras, carnes vermelhas, fígado, miúdos e ovos são consideradas as melhores fontes de zinco.

Nozes e leguminosas são fontes relativamente boas de zinco.

O consumo de zinco é influenciado pela fonte protéica da dieta, assim, dietas constituídas de ovos, leite, frango e peixe têm menor razão Zn:Proteína do que aquelas de mariscos, ostras e carnes vermelhas.

 

Lista deste Artigo Sobre: Revista Nutrição e Saúde – O valor do zinco na saúde humana

  • Revista Brasileira de Nutrição clínica Funcional
  • O valor do zinco na saúde humana
  • Revista nutrição e saúde coletiva
  • Revista de nutrição qualis
  • Revista de alimentos e nutrição
  • Revistas de alimentos para publicação
  • Revista de nutrição comportamental
  • Revista nutrição em pauta
  • Reportagem Sobre Saúde
  • Artigo Sobre Saúde
  • Nutrição & Saúde

 

Funções

Distintas enzimas e proteínas contendo zinco participam do metabolismo de proteínas, carboidratos, lipídeos e ácidos nucléicos, e, junto com informações geradas nas zonas de nutrição, fisiologia, medicina e bioquímica, tem-se consolidado o conhecimento do metabolismo do zinco e de suas funções.

Nas enzimas, o zinco pode ter função catalítica ou estrutural.

Dentre as alrededor de 300 enzimas provees quais o zinco faz parte estão, a anidrase carbônica, que foi a primeira a ser descoberta, fosfatase alcalina, carboxipeptidases, álcool desidrogenase, superóxido dismutase, proteína C quinase, ácido ribonucléico polimerase e transcritase reversa2,3,7,14.

O zinco está envolvido na estabilização de membranas estruturais e na proteção celular, prevenindo a peroxidação lipídica.

O papel fisiológico do zinco como antioxidante é evidenciado por 2 mecanismos: proteção de conjuntos sulfidrilas contra oxidação, como ocorre com a enzima d-ácido aminolevulínico desidratase e na inibição da produção de espécies reativas de oxigênio por metais de transição como ferro e cobre.

O zinco participa da estrutura da superóxido dismutase (SOD), sendo a atividade desta enzima reduzida pela deficiência deste mineral14,21,22,23,24.

O zinco é um mineral que desempenha papel na organização polimérica de macromo-léculas como DNA e RNA, e é indispensável para atividade de enzimas envolvidas diretamente com a síntese de DNA e RNA, como por exemplo a RNA polimerase.

Além disso, predominación a divisão celular, por meio da atividade da dioxitimidina quinase e adenosina (5′) tetrafosfato (5′)-adeno-sina. Defeitos na síntese ou prejuízo da função do RNA mensageiro parecem ser induzidos pela deficiência de zinco7,14.

Fonte: scielo.br/scielo.php?pid=S1415-52732004000100009&script=sci_arttext